Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

RUMOS NOVOS - Católicas e Católicos Homossexuais Portugueses

Ainda que sejamos provenientes de variadíssimos ambientes sociais, geográficos e culturais, partilhamos um elo comum: amamos a Deus e seguimos o Seu Filho Jesus Cristo. Devido a este elo único somos "um só em Cristo".

Universitário suicidou-se porque colega o filmou a fazer sexo com outro homem e pôs imagens na Net

 

Tyler Clementi

Tyler Clementi era como se chamava o jovem músico, que era segundo violino na Orquestra Sinfónica de Ridgewood (a sua terra natal) e, segundo o “site” The Daily Beast, que seguiu as pistas da sua vida online, um apreciador de Shakespeare. O seu atormentador foi Dharun Ravi, o seu companheiro de quarto na residência universitária, e tudo começou a 19 de Setembro, quando pediu a Ravi se lhe deixava o quarto por umas horas.

Ravi, também de 18 anos e dado mais às tecnologias e aos computadores, saiu, foi ter com a amiga Molly Wei, que andou com ele na mesma escola secundária. Mas deixou lá a “web-cam”, estrategicamente apontada. E pôs-se a relatar o que estava a acontecer em mensagens de 140 caracteres na sua conta no site de micro-blogging Twitter, depois de ter ligado a câmara que controlava pela Net: “O meu companheiro de quarto pediu para ficar sozinho até à meia-noite. Fui para o quarto da molly e liguei a ‘web-cam’. Vi-o a curtir com um gajo. Yay.”

Dessa vez, transmitiu imagens de Clementi a fazer sexo na Internet, colocando-o no site iChat. E dois dias depois, quando Clementi lhe pediu para ficar outra vez umas horas sozinho no quarto, anunciou na Internet uma segunda transmissão. Foi no dia seguinte que Clementi se despediu, no Facebook, e que se terá atirado da ponte – o seu corpo esteve vários dias sem aparecer, mas a polícia recolheu um corpo do rio Hudson na quarta-feira, que está à espera de ser identificado, mas parecer ser o dele, por alguns pormenores como o relógio.

Dharun Ravi e Molly Wei foram presos e acusados de invadir a privacidade de Clementi. Incorrem em penas que podem ir pelo menos até cinco anos de prisão. “Se forem dados como culpados, as suas acções constituem uma violação grave dos códigos morais e humanos”, disse em comunicado o presidente da Universidade de Rutgers, Richard McCormick.

 

Fonte: Público

Mais sobre nós

imagem de perfil