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RUMOS NOVOS - Católicas e Católicos Homossexuais Portugueses

Ainda que sejamos provenientes de variadíssimos ambientes sociais, geográficos e culturais, partilhamos um elo comum: amamos a Deus e seguimos o Seu Filho Jesus Cristo. Devido a este elo único somos "um só em Cristo".

Teologia e Espiritualidade do Advento

Para os cristãos, este termo indica a vinda do Messias, longamente esperado, concretizada na Encarnação de Jesus Cristo. Contudo, o Advento de Jesus apenas se realizará, totalmente, com a sua vinda gloriosa e final, nos fins dos tempos, o qual a Igreja peregrinante espera, vigilante e jubilosamente. De resto, a palavra “advento” deriva do latim “ adventus”, vinda.

 
O Mistério da Encarnação do próprio Filho de Deus, que se fez Homem tal como nós, não deixa de provocar emoção e júbilo nos cristãos de todos os tempos. De facto, só à luz da Sua morte e Ressurreição, a Sua encarnação ganha pleno sentido. Toda a Sua vida é redentora. Com o seu nascimento, teve início a nossa salvação. Este mistério sempre fez suscitar a necessidade dum tempo de preparação e aprofundamento do nascimento de Jesus e da Parusia (vinda gloriosa, no fim dos tempos).
 
À luz da liturgia da Igreja podemos resumir algumas linhas do pensamento teológico e da vivência existencial deste tempo de graça.
 
 
 
1. Advento, tempo de Cristo: a dupla vinda
 
A teologia litúrgica do Advento orienta-se em duas perspectivas: a espera da Parusia, revivida com os textos messiânicos escatológicos do Antigo Testamento, e a perspectiva do Natal, que renova a memória de algumas destas promessas, já cumpridas, ainda que não definitivamente.
 
O tema da espera é vivido na Igreja com a mesma oração que ressoava na assembleia cristã primitiva: o Marana-tha (Vem Senhor) ou Maran-athá (o Senhor vem) dos textos de Paulo (1 Cor 16,22) e do Apocalipse (Ap 22,20), que se encontra também na Didaché e, hoje, numa das aclamações da oração eucarística. Todo o Advento ressoa como um "Marana-thá" nas diferentes modulações que esta oração adquire nas preces da Igreja.
 
A palavra do Antigo Testamento convida a repetir na vida a espera dos justos que aguardavam o Messias; a certeza da vinda de Cristo na carne estimula a renovar a espera da última aparição gloriosa na qual as promessas messiânicas terão total cumprimento, já que até hoje se cumpriram só parcialmente. O primeiro prefácio de Advento canta
esplendidamente esta complexa, mas verdadeira, realidade da vida cristã.
 
O tema da espera do Messias e a comemoração da preparação para este acontecimento salvífico atinge o auge nos dias que precedem o Natal. A Igreja sente-se submersa na leitura profética dos oráculos messiânicos. Lembra-se de nossos Pais na Fé, escuta Isaías, recorda o pequeno núcleo dos “anawim” de Yahvé que está ali para esperá-lo: Zacarias, Isabel, João, José, Maria.
 
O Advento é, pois, uma intensa e concreta celebração da longa espera na história da salvação, com o descobrimento do mistério de Cristo ao longo de toda a Escritura. Esta celebração sugere a leitura da nossa história como uma presença e uma espera de Cristo que vem. O Advento é uma redescoberta da centralidade de Cristo na História da
Salvação. Através dos seus títulos messiânicos (Messias, Libertador, Salvador, Esperado das nações, Anunciado pelos profetas) ele é visto como a personagem central, a chave do arco de uma história, da história da salvação.
 
 
 
2. Advento tempo por excelência de Maria, a Virgem da espera
 
O Advento é, por excelência, o tempo mariano do ano litúrgico. Paulo VI expressa isso com toda a autoridade na “Marialis Cultus” (3-4). Historicamente a memória de Maria na liturgia surgiu com a leitura do Evangelho da Anunciação antes do Natal naquele que, com razão, foi chamado o domingo mariano prenatalício.
 
Hoje o Advento recupera plenamente este sentido com uma série de elementos marianos da liturgia, que podemos sintetizar da seguinte maneira:
·         Desde os primeiros dias do Advento há elementos que recordam a espera e a acolhida do mistério de Cristo por parte da Virgem de Nazaré.
·         A solenidade da Imaculada Conceição celebra-se como "preparação radical à vinda do Salvador e feliz principio da Igreja sem mancha nem ruga” (Marialis Cultus 3).
·         Dos dias 17 a 24, o protagonismo litúrgico da Virgem é muito característico nas leituras bíblicas, no terceiro prefácio de Advento, que recorda a espera da Mãe, em algumas orações, como a do dia 20 de Dezembro que nos traz um antigo texto do Rótulo de Ravena, ou na oração sobre as oferendas do IV domingo, que é uma epiclese significativa que une o mistério eucarístico com o mistério de Natal num paralelismo entre Maria e a Igreja na obra do único Espírito.
 
Numa formosa síntese de títulos, I. Calabuig apresenta assim a figura da Virgem do Advento:
·         é a "Cheia de graça", a "bendita entre as mulheres", a "Virgem", a "Esposa de Jesus", a "serva do Senhor";
·         é a mulher nova, a nova Eva que restabelece e recapitula no desígnio de Deus pela obediência da fé o mistério da salvação;
·         é a Filha de Sião, a que representa o Antigo e o Novo Israel;
·         é a Virgem do “fiat”, a Virgem fecunda, a Virgem que escuta e acolhe.
 
Na sua exemplaridade para a Igreja, Maria é plenamente a Virgem do Advento na dupla dimensão que a liturgia tem sempre na sua memória: presença e exemplaridade. Presença litúrgica na palavra e na oração, para uma memória grata dAquela que transformou a espera em presença, a promessa em dom. Memória de exemplaridade para uma Igreja que quer viver como Maria a nova presença de Cristo, com o Advento e o Natal no
mundo de hoje.
 
Na feliz subordinação de Maria a Cristo e na necessária união com o mistério da Igreja, Advento é o tempo da Filha de Sião, Virgem da espera que no "fiat" antecipa o Marana-thá da Esposa; como Mãe do Verbo Encarnado, humanidade cúmplice de Deus, tornou possível o seu ingresso definitivo, no mundo e na história do homem.
 
 
 
3. Advento, tempo da Igreja missionária e peregrina
 
A liturgia, com o seu realismo e os seus conteúdos, põe a Igreja num tempo de características e expressões espirituais: a espera, a esperança, a oração pela salvação universal.
 
Preparando-nos para a festa de Natal, pensamos nos justos do AT que esperaram a primeira vinda do Messias. Lemos os oráculos dos seus profetas, cantamos seus salmos e recitamos suas orações. Mas não fazemos isto pondo-nos em seu lugar como se o Messias ainda não tivesse vindo, mas para apreciar melhor o dom da salvação que nos trouxe. O Advento para nós é um tempo real. Podemos recitar com toda verdade a oração dos justos do AT e esperar o cumprimento das profecias porque estas ainda não se realizaram plenamente; cumprir-se-ão com a segunda vinda do Senhor.
 
Devemos esperar e preparar esta última vinda. No realismo do Advento podemos recolher algumas actualizações para a oração litúrgica e participação da comunidade:
·         A Igreja ora por um Advento pleno e definitivo, por uma vinda de Cristo para todos os povos da terra que ainda não conheceram o Messias ou não reconhecem ainda o único Salvador.
·         A Igreja recupera no Advento a sua missão de anúncio do Messias a todas as gentes e a consciência de ser "reserva de esperança" para toda a humanidade, com a afirmação de que a salvação definitiva do mundo deve vir de Cristo com a sua definitiva presença escatológica.
·         Num mundo marcado por guerras e contrastes, as experiências do povo de Israel e as esperas messiânicas, as imagens utópicas da paz e da concórdia, tornam-se reais na história da Igreja de hoje que possui a actual "profecia" do Messias Libertador.
·         Na renovada consciência de que Deus não desdiz as suas promessas – confirma-o o Natal! – a Igreja através do Advento renova a sua missão escatológica para o mundo, exercita a sua esperança, projecta todos os homens um futuro messiânico do qual o Natal é primícia e confirmação preciosa.
 
À luz do mistério de Maria, a Virgem do Advento, a Igreja vive neste tempo litúrgico a experiência de ser agora "como uma Maria histórica" que possui e dá aos homens a presença e a graça do Salvador.
 
A espiritualidade do Advento resulta assim uma espiritualidade comprometida, um esforço feito pela comunidade para recuperar a consciência de ser Igreja para o mundo, reserva de esperança e de gozo. Mais ainda, de ser Igreja para Cristo, Esposa vigilante na oração e exultante no louvor do Senhor que vem.

ENCONTRO MENSAL DE 15 DE NOVEMBRO

 

Foi um bonito momento de generosa partilha, aquele que todos vivemos no nosso último encontro.
 
Dizia, de uma forma belíssima, o irmão Daniel que, particularmente nos momentos de oração, se tinha sentido fortemente a presença do Espírito Santo, o que certamente é partilhado por nós todos.
 
Foi impressionante a alegria na recepção e encontro dos novos irmãos que se juntaram à comunidade; a alegria no reencontro entre todos os demais que já participam nos trabalhos da comunidade e as lágrimas de despedida, que ficaram na memória de todos, por parte do irmão Eduardo, que pela última vez esteve, em presença, connosco.
 
O nosso coração encheu-se também de alegria e de sentimento de graça, com o contínuo crescimento da comunidade. Conseguimos já ter 12 irmãos connosco e, se estivéssemos todos, teríamos sido 15. Esperamos, com a graça do Senhor, continuar a crescer e que cada um de nós possa continuar a trazer mais irmãos.
 
Todos rejubilámos também com o precioso contributo dos novos irmãos. Com o seu profundo conhecimento e a partilha que com todos fizeram sobre os Actos dos Apóstolos. Bem ajam!
 

Alegrámo-nos ainda com a partilha do Nuno e do Luís e do António, sobre a presença futura de um sacerdote nos encontros e sobre a Missa da comunidade. Sendo que sobre este último ponto já poderemos ter novidades no encontro de Dezembro.

 

A comunidade é constituída por muitos carismas e é belo ver como todos os estamos a colocar ao seu serviço: a generosa oferta do Daniel para animar o momento de oração do próximo encontro; do António em secretariar o próximo encontro; do Agostinho em continuar a efectuar a recolha de imprensa sobre temas religiosos/ homossexualidade (o excelente trabalho de recolha que ele já efectuou para este encontro, está a ser digitalizado para depois ser partilha aqui por e-mail e ser disponibilizado para todos no nosso website); do Nuno em continuar a trabalhar para encontrar um sacerdote disponível a estar presente nos Encontros; do António/ Luís em reunir-se com um sacerdote para podermos ter, brevemente, a Missa da comunidade; do Emílio e do Nuno, no contributo futuro sobre S. Paulo; todos os irmãos que escrevem para o Ecos; todos os irmãos que generosamente se oferecem para as leituras, nos encontros.
 

A comunidade cresce em amor e «em comunidade», e os Actos dos Apóstolos poderão mostrar-nos e dar-nos pistas para essa caminhada e crescimento em comunidade.

 

Que o Senhor nos ajude nesta nossa árdua tarefa e difícil caminho.

 

33.º DOMINGO DO TEMPO COMUM (16 de Movembro)

A liturgia do 33º Domingo do Tempo Comum recorda a cada cristão a grave responsabilidade de ser, no tempo histórico em que vivemos, testemunha consciente, activa e comprometida desse projecto de salva-ção/libertação que Deus Pai tem para os homens.

O Evangelho apresenta-nos dois exemplos opostos de como esperar e preparar a última vinda de Jesus. Louva o discípulo que se empenha em fazer frutificar os "bens" que Deus lhe confia; e condena o discípulo que se instala no medo e na apatia e não põe a render os "bens" que Deus lhe entrega (dessa forma, ele está a desperdiçar os dons de Deus e a privar os irmãos, a Igreja e o mundo dos frutos a que têm direito).

Na segunda leitura, Paulo deixa claro que o importante não é saber quando virá o Senhor pela segunda vez; mas é estar atento e vigilante, vivendo de acordo com os ensinamentos de Jesus, testemunhando os seus projectos, empenhando-se activamente na construção do Reino.

A primeira leitura apresenta, na figura da mulher virtuosa, alguns dos valores que asseguram a felicidade, o êxito, a realização. O "sábio" autor do texto propõe, sobretudo, os valores do trabalho, do compromisso, da generosidade, do "temor de Deus". Não são só valores da mulher virtuosa: são valores de que deve revestir-se o discípulo que quer viver na fidelidade aos projectos de Deus e corresponder à missão que Deus lhe confiou.


LEITURA II - 1 Tes 5,1-6
Irmãos:
Sobre o tempo e a ocasião, não precisais que vos escreva,
pois vós próprios sabeis perfeitamente
que o dia do Senhor vem como um ladrão nocturno.
E quando disserem: «Paz e segurança»,
é então que subitamente cairá sobre eles a ruína,
como as dores da mulher que está para ser mãe,
e não poderão escapar.
Mas vós, irmãos, não andeis nas trevas,
de modo que esse dia vos surpreenda como um ladrão,
porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia:
nós não somos da noite nem das trevas.
Por isso, não durmamos como os outros,
mas permaneçamos vigilantes e sóbrios.


A primeira questão que o nosso texto põe é a da eventual data do "dia do Senhor". Paulo tem alguma indica-ção concreta acerca disso? É possível prever uma data? Não. Paulo está convicto de que esse acontecimento se dará proximamente; no entanto, a data exacta continua desconhecida e imprevista.

Por isso, os crentes devem estar atentos para não serem surpreendidos. Para descrever a "surpresa de Deus", Paulo utiliza duas imagens bem significativas: Deus surpreende-nos como um ladrão que chega de noite, quando ninguém está à espera (vers. 2); e Deus é como as dores de parto que surgem de repente (vers. 3). Em consequência, a vida cristã deve estar marcada por uma atitude de preparação e de vigilância.

Para além da questão da data, o que é importante é que os cristãos vivam de forma coerente com a opção que fizeram no dia do seu Baptismo. Os crentes têm de viver de maneira diferente dos não crentes, pois os horizontes de uns e de outros são diferentes... Os não crentes vivem mergulhados na noite e nas trevas, estão adormecidos, atordoam-se com a bebida; vivem no presente, absolutamente despreocupados em relação ao futuro, de olhos postos no horizonte terreno. Os crentes são filhos da luz e do dia, estão vigilantes, mantêm-se sóbrios; vivem de olhos postos no futuro, à espera que chegue a vida verdadeira, plena, definitiva que Deus lhes vai oferecer.

Na verdade, a vida dos crentes é mais bela e significativa, porque está cheia de esperança. No entanto, é preciso dar corpo à esperança esperando, fiéis e vigilantes a chegada do Senhor. A questão fundamental que os cristãos devem pôr, a propósito da segunda vinda do Senhor, não é a questão da data, mas é a questão de como esperar e preparar esse momento. Paulo deixa claro que o que é preciso é estar vigilante. "Estar vigilante" não significa ficar a olhar para o céu à espera do Senhor, esquecendo e negligenciando as questões do mundo e os problemas dos homens; mas significa viver, no dia-a-dia, de acordo com os ensinamentos de Jesus, empenhando-se na transformação do mundo e na construção do Reino.

A certeza da segunda vinda do Senhor dá aos crentes uma perspectiva diferente da vida, do seu sentido e da sua finalidade... Para os não crentes, a vida encerra-se dentro dos limites estreitos deste mundo e, por isso, só interessam os valores deste mundo; para os crentes, a verdadeira vida, a vida em plenitude, está para além dos horizontes da história e, por isso, é preciso viver de acordo com os valores eternos, os valores de Deus. Assim, na perspectiva dos crentes, não são os valores efémeros, os valores deste mundo (o dinheiro, o poder, os êxitos humanos) que devem constituir a prioridade e que devem dominar a existência, mas sim os valores de Deus. Quais são os valores que eu considero prioritários e que condicionam as minhas opções?

A certeza da segunda vinda do Senhor aponta também no sentido da esperança. Os cristãos esperam, em serena expectativa, a salvação que já receberam antecipadamente com a morte de Cristo, mas que irá consumar-se no "dia do Senhor". Os crentes são, pois, homens e mulheres de esperança, abertos ao futuro - um futuro a conquistar, já nesta terra, com fé e com amor, mas sobretudo um futuro a esperar, como dom de Deus.

Apresentação da Comunidade

«Rumos Novos» é constituído por um grupo de homossexuais católicos que encoraja a animação da fé com homossexuais e suas famílias e que, acompanhado por um número cada vez maior de homossexuais católicos de todas as idades, está a lançar um novo olhar à Igreja Católica, reclamando a sua pertença ao Corpo de Cristo e à Sua Igreja, descobrindo e  trabalhando empenhadamente para um novo espírito de abertura ao nível dessa mesma Igreja.

 

A todos vós homossexuais católicos, RUMOS NOVOS deixa também uma palavra de alento, para que sejais uma luz na escuridão do mundo e quando a Igreja vive na escuridão do mundo, vós sois uma luz na escuridão da Igreja - um pouco de sal na sopa da Igreja.

 

Às pessoas homossexuais católicas ou cristãs que se aproximam deste nosso blog, podemos dar-lhes um testemunho de fé, no meio de uma realidade social e eclesial que nem sempre é compreensiva para com a nossa experiência. Acreditamos que o conhecimento e a abertura de mentes e corações, nos ajude a estabelecer um diálogo construtivo e a sermos testemunhos do Evangelho da felicidade, no meio de tantos que são vítimas da marginalização, na nossa sociedade.

 

Aos elementos dos grupos e associações de homossexuais, oferecemos uma visão integradora da mensagem cristã, na sua realidade LGTB. Esperamos poder ser um instrumento útil, que ajude a limar desencontros e suspeições entre a mensagem libertadora do Evangelho e a nossa própria vivência

 

A todos oferecemos um lugar de encontro: os nossos encontros mensais; um website; um fórum de discussão; investigação; diálogo; anúncio e também de denúncia. No nosso website encontrarão documentos, reflexões, vivências, actividades, notícias, que nos dão a todos um lugar de encontro e de tolerância.

 

Por detrás do nosso website e deste nosso blog encontram-se pessoas concretas; com uma história de amor e também de sofrimento; de esperança e desapontamento; de militância homossexual católica e cristã. São rostos concretos, histórias importantes. Corações generosos e vontade intrépida para construir um mundo melhor, onde seja autêntico o respeito pela dignidade das pessoas, independentemente da sua realidade pessoal.

 

Que Deus Pai, Filho e Espírito Santo, nos abençoe, nos dê a energia para todos, membros da Igreja de Cristo, realizarmos o trabalho que nos foi por Ele pedido, pois todos somos convidados a participar dessa Igreja já que Jesus nunca excluiu ninguém!

 

 

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