Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

RUMOS NOVOS - Católicas e Católicos LGBT (Portugal)

Ainda que sejamos provenientes de variadíssimos ambientes sociais, geográficos e culturais, partilhamos um elo comum: amamos a Deus e seguimos o Seu Filho Jesus Cristo. Devido a este elo único somos "um só em Cristo".

O caminho a seguir para os católicos homossexuais

Screen-Shot-2017-07-05-at-12.17.45-662x500.png

O ministério com católicos homossexuais (o transgenderismo necessitaria de um artigo em separado) ocorre em dois contextos principais.

 

Primeiro, grupos formados por pelos próprios gays ou seus familiares, onde toda a gente sabe que é bem-vinda, qualquer que seja a sua situação, e onde os assuntos podem ser abertamente discutidos. Tais grupos, mais tarde e com frequência, procuram o apoio dos seus bispos e padres.

 

Em segundo lugar, os bispos e padres podem eles próprios formar grupos e mesmo obter o reconhecimento do Vaticano, desde que estes sejam claros na sua adesão aos ensinamentos da Igreja. O “Courage” é um grupo deste tipo, fundado pelo Fr. John Harvey, nos Estados Unidos, com o apoio dos bispos locais e já presente em vários países. Os seus membros descrevem-se não como gays, mas como “experimentando atração pelo mesmo sexo” e tendo por objetivo uma vida de total abstinência sexual, mas não tendo como objetivo alterar a sua orientação sexual.

 

O cuidado pastoral com as pessoas homossexuais é essencialmente o mesmo como com os demais ministérios: procurar comunicar o amor incondicional de Cristo e da Sua Igreja e acompanhar as pessoas na sua viagem em direção à santidade. Porém, do ponto de vista prático, este ministério encontra sentimentos fortes de dor e raiva que podem colocar entraves.

 

As pessoas LGBT sentem-se frequentemente magoadas pela Igreja, quer pela forma como os seus ensinamentos são apresentados, quer através de experiências concretas de rejeição, ou ambas. Aqueles provenientes de culturas não ocidentais encontram-se, algumas vezes, em perigo de vida, enquanto outro católicos parecem sentir-se ameaçados pela própria existência de pessoas gay e reagem de forma agressiva em relação às tentativas de os acolher dentro da Igreja.

 

Há igualmente um amplo leque de atitudes, experiências e comportamentos entre os próprios católicos gays. Alguns anseiam por um relacionamento permanente, enquanto outros admitem que os relacionamentos não são importantes para eles e que querem simplesmente sexo. Com a disponibilidade de websites e aplicações gays, bem como lugares bem conhecidos de cruising, a maioria dos gays na nossa sociedade pode facilmente ter sexo sempre que queira.

 

Algumas vezes encontramos homens que tiveram muito sexo casual, mas acabaram por se aperceber que isso não os tornou mais felizes. Podem, então, procurar ajuda para levarem uma vida casta. O “Courage” fornece-lhes um grupo de apoio, estruturado num programa de doze passos, no qual a partilha pessoal permite a exploração do relacionamento entre os desejos sexuais e outros aspetos da vida e, desta forma, ajuda a mitigar o elemento compulsivo que pode facilmente afetar o comportamento sexual. Outros procuram um relacionamento estável, mas podem passar por vários parceiros sexuais, nessa busca, algumas vezes permanecendo bons amigos, depois do relacionamento sexual ter terminado.

 

Porém, uma coisa é comum praticamente em todos os católicos LGBT dos nossos dias: eles não aceitam os ensinamentos da Igreja de mão beijada, mas têm de aprender com a experiência. Mesmo aqueles que têm uma atitude tradicional, provavelmente chegaram até ela através de muitas experiências.

 

Sendo assim, o ministério com católicos gays precisa de dois recursos fundamentais: uma teologia moral que possa fazer face ao escrutínio crítico da experiência de vida; e um discernimento espiritual bem fundamentado. Estes podem auxiliar os católicos LGBT a olharem, de forma honesta, para o seu comportamento, ver para onde ele os leva e descobrir alternativas onde forem necessárias.

 

A teologia moral que achei ser a mais útil neste ministério é aquela do dominicano belga Servais Pinckaers, que mostra que desde os tempos bíblicos até S. Tomás de Aquino, a moral católica era essencialmente baseada na procura da verdadeira felicidade, na Terra e no Céu, e no cultivo de virtudes àquela conducentes: uma felicidade mais profunda do que o mero prazer e acima de tudo consistindo na comunhão com Deus e com o Seu povo santo.

 

Uma teologia baseada na observação de regras foi uma distorção posterior e levou nos anos 60 do século passado a um igualmente inútil liberalismo.

 

Na perspetiva de Pinckaers, a teologia moral não define somente aquilo que nos é permitido fazer, ou no mínimo o que devemos fazer, mas dá as mãos com a espiritualidade, promovendo a procura da felicidade através do amor a Deus e ao próximo até ao nosso limite. O discernimento espiritual inaciano do espírito é o parceiro espiritual óbvio de tal teologia.

 

Desta forma, a dádiva mais importante que o ministério pode oferecer às pessoas LGBT, depois de um amor e acolhimento incondicionais, é o encorajamento a uma vida espiritual profunda de amizade com Cristo, baseada nas práticas tradicionais da Missa, Confissão, Adoração, Lectio Divina e no Rosário. Sem isto, o discernimento perde-se em estados mentais subjetivos; com isto começamos a ver que caminho conduz até ao céu e que caminho conduz até ao inferno e a casarmos a experiência pessoal com a sabedoria da Igreja.

 

 

Artigo original: The way ahead for gay Catholics

Tradução: José Leote (Rumos Novos)

6 Coisas Que Preciso Que o Meu Filho (Gay) Compreenda

Pai+FilhoGay.jpg

  1. Não estás vinculado a nada.

O teu futuro é somente limitado pelo teu desejo de sucesso e trabalho duro. Queres ser o atleta de topo? Trabalha duro. Queres ser militar? Aponta para cima. Queres ser presidente? Vai à luta. Ser gay na América [N.T.: e também em Portugal] já não te impede de fazeres aquilo que queres. Somente tens de o querer com força e trabalhar afincadamente. Não tenhas medo de falhar. O falhanço, muitas vezes, ensina-nos muito mais do que o sucesso alguma vez o fará. Vive de forma autêntica.

 

  1. Ser Gay é uma grande parte de ti, mas não é tudo sobre ti.

Sim, tu és estrondosa e fabulosamente gay! A tua sexualidade influencia praticamente todos os aspetos da tua identidade, mas não és um jovem gay. És um jovem que é gay. Tu não és o meu filho gay. Tu és o meu filho que, por acaso, é gay. Se te casares, não será um casamento gay, mas um casamento. Oh, e para que conste, eu quero netos. Não penses que ser gay te deixa escapar disso. Pode definir-te, mas não é a única definição. Um dia, assim o espero, será tão irrelevante como a cor dos teus olhos. Entretanto, fica sabendo que ainda que haja quem te provoque dor por causa disso, muitos mais nem ligarão a isso.

 

  1. Conhece a tua história.

Tens a felicidade por víveres num ambiente de amor e aceitação onde o facto de seres gay é irrelevante em casa e amplamente ignorado na escola. Nem sempre foi assim e ainda não é fácil para todos. Houve um tempo, não muito distante, onde ser-se abertamente gay não somente era prejudicial ao êxito na carreira, era potencialmente mortal. Um número incontável de homens e mulheres lutaram pela relativa segurança e conforto que tu gozas hoje. O movimento moderno dos direitos dos gays, desde Stonewall a Windsor, custou a muita gente sangue verdadeiro, suor e lágrimas e a coisa ainda não acabou. Para muitas pessoas por todo o mundo, ser gay é ainda uma situação mortal. Tens de honrar aqueles que vieram antes de ti, lutando por aqueles que virão depois de ti.

 

  1. O HIV é ainda mortal.

O HIV/SIDA pode parecer como um bocado obscuro da história que somente com o qual somente os gays mais velhos têm de lidar. Não é assim. Os jovens contribuem com quase ¼ para todas as novas infeções por HIV. Não sejas complacente. O tratamento tornou-se melhor, mas as pessoas ainda morrem de SIDA. Não penses que não pode acontecer contigo, pois pode. Não tenhas medo do sexo, mas sabe como te manteres seguro e parte sempre do princípio que alguém com quem estás pode ser portador de alguma coisa. Mesmo o próprio pode não saber. Tens a responsabilidade de te manteres saudável. Joga pelo seguro e faz testes regularmente.

 

  1. Compreende a diferença entre luxuria, amor e amizade.

Os homens, na sua maioria, participarão avidamente no sexo. Fica sabendo porque somente um tipo quer ficar despido contigo, isso não significa que ele esteja interessado em algo mais. Francamente, nem sequer significa que ele seja gay. Do mesmo modo, nunca assumas que um tipo se quer despir à tua frente só porque é simpático. Trabalha para compreenderes a diferença. Um dia encontrarás alguém que é todas essas coisas e que sente o mesmo sobre ti.

 

  1. Amo-te.

Finalmente e mais importante que tudo: amo-te. O meu amor por ti é inquestionável, incondicional e sem fim. Nunca te esqueças disso.

 

 

Artigo original: 6 Things I Need My (Gay) Son to Understand

Tradução: José Leote (Rumos Novos)

Tempo para o diálogo sobre a ética sexual

5304ef5ccc977.jpeg

A comunidade católica deveria agradecer ao jesuíta Fr. James Martin por ter escrito Construir uma Ponte: Como a Igreja Católica e a Comunidade LGBT Podem Entrar num Relacionamento de Respeito, Compaixão e Delicadeza. Muitos/as católicos/as gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros passaram anos à margem da nossa comunidade convidando-nos para esse diálogo. Este livro escancara uma nova porta de oportunidades para colocar questões importantes sobre a inclusão dos católicos LGBT na igreja e essas oportunidades devem ser agarradas.

 

O livro de Martin exorta os líderes da igreja e os católicos LGBT a se juntarem em diálogo. Utilizando as palavras do Catecismo da Igreja Católica, ele urge ambos os lados a se tratarem mutuamente com «respeito, compaixão e delicadeza.» Este é um bom conselho e aqueles que estão na hierarquia e que deram esse passo – o Cardeal Joseph Tobin de Newark, Nova Jersey, e o Bispo Patrick McGrath de São José, na California, para somente nomear dois, necessitam do nosso apoio.

 

Contudo, inevitáveis neste projeto de construção de pontes estão questões mais profundas que não podem deixar de ser examinadas. Pode o diálogo ser suficiente para alcançar uma igreja verdadeiramente inclusiva? Sem uma mudança nos ensinamentos da igreja referentes ao sexo e à sexualidade, podem as pessoas LGBT ter alguma esperança de ser tratados com igualdade e justiça pela hierarquia?

 

Há um bom precedente para o desenvolvimento da ética sexual da igreja, em particular nos últimos 50 anos. Durante séculos, a doutrina católica insistiu que a procriação era a única justificação para os atos sexuais e que a sexualidade era objetivamente desordenada. Estes ensinamentos foram questionados e modificados em meados do século XX nos documentos do Concílio do Vaticano II e na encíclica Humanae Vitae («Sobre a Vida Humana») do Papa Paulo VI. Atualmente, a igreja reconhece que o sexo entre um homem e uma mulher, dentro do laço do matrimónio, pode ser fonte de alegria e prazer para o corpo e para o espírito.

 

Porém, a doutrina sustenta igualmente que existe uma ligação indissolúvel entre o significado procriativos e unitivo do ato sexual. Portanto, segundo o catecismo, todos os atos sexuais entre casais casados têm «de ser ordenados per se para a procriação da vida humana» (2366). Esta «norma procriativa» remonta a mais de 1500 anos, ao tempo de Agostinho, que desenvolveu a ideia como resposta à sua crença da natureza pecaminosa e incontrolável da excitação sexual.

 

Hoje, a norma procriativa é uma das razões fundamentais porque a igreja continua a opor-se aos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo. Contudo, na realidade, esta doutrina tem consequências muito mais amplas para todos os católicos, independentemente da sua orientação sexual ou identidade de género.

 

Muito se fala sobre o ensinamento da igreja de que as relações entre pessoas do mesmo sexo são «intrinsecamente desordenados.» Porém, uma linguagem igualmente agreste é utilizada para outras transgressões sexuais à norma procriativa da igreja. Por exemplo, o catecismo declara que qualquer ação para tornar a conceção impossível, como por exemplo o uso de contracetivos, é «intrinsecamente má» (2370). O catecismo condena igualmente a masturbação como «um ato intrínseca e gravemente desordenado» porque «o uso deliberado da faculdade sexual fora das normais relações conjugais contradiz a finalidade da mesma» (2352).

 

A título de exemplo, veja-se o caso da lista do Bispo Thomas Paprocki de Spingfield, Illinois, contendo os católicos que ele sugere não se apresentem para receber a sagrada Comunhão.

 

As objeções verbalizadas pela igreja institucional ao casamento entre pessoas do mesmo sexo mascaram frequentemente o facto de que o ensinamento da igreja se opõe, na sua essência, aos atos sexuais nos quais a maioria dos seres humanos participa. A igreja condena qualquer tipo de ato sexual – incluindo aqueles realizados pelos casais casados – que não respeitem a norma procriativa. Portanto, de facto, poucos católicos conseguem viver de acordo com as normas da igreja que regem a atividade sexual.

 

Por mais estranhos que estes ensinamentos sejam, outros assuntos relacionados com os relacionamentos sexuais permanecem pouco claros e subdesenvolvidos, tais como as posições da igreja em relação aos divorciados recasados, os solteiros e o celibato.

 

Se bispos como Paprocki fossem tão incisivos em relação à sua oposição à masturbação, fertilização in vitro ou as vasectomias, como são na sua campanha contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, talvez mais católicos se apercebessem da urgência da necessidade de repensar a totalidade da ética sexual da igreja.

 

Encorajamos fortemente o diálogo entre os leigos e os líderes da igreja no que se refere a todos os assuntos da esfera sexual. Porém, também reconhecemos que o diálogo pode ter os seus limites, em particular se aqueles na liderança não demonstrarem uma abertura para desenvolverem o ensinamento da igreja no que concerne ao sexo e à sexualidade.

 

Apelamos aos bispos para que continuem a trabalhar no desenvolvimento da doutrina da sexualidade iniciada com o vaticano II. Este trabalho tem sido amplamente adiado pela pouca vontade por parte da hierarquia em perder a sua interpretação rígida de ideias milenares acerca da lei natural e da norma procriativa.

 

Obviamente, o trabalho tem continuado fora das portas do Vaticano, conducido por teólogos morais católicos que passaram as últimas quatro décadas desenvolvendo novos enquadramentos para a moral sexual e a tomada de decisões éticas baseadas no nosso entendimento crescente sobre a sexualidade. Infelizmente, aqueles que realizaram as maiores contribuições para aprofundar a nossa compreensão da ética sexual, como por exemplo o Fr. Charles Curran e a Irmã Margaret Farley, foram silenciados ou viram o seu trabalho condenado pelos bispos e pela Congressão para a Doutrina da Fé.

 

Se verdadeiramente estamos a viver numa nova cultura do encontro ao nível da igreja, talvez seja tempo do Vaticano comprometer estes teólogos e eticistas num diálogo construtivo sobre o fruto das suas pesquisas éticas. Até que a igreja esteja disposta a se comprometer a uma profunda reexaminação da sua doutrina sobre a sexualidade e os relacionamentos sexuais, qualquer diálogo sobre a inclusão das pessoas LGBT ou dos divorciados recasados estará simplesmente bloqueado.

 

Artigo original: Time for dialogue on sexual ethics

Tradução: José Leote (Rumos Novos)

Padre da Igreja Católica de St. Bride disposto a acolher homossexuais

O Pe. Paul Morton, da Igreja Matriz de São Bride, na Escócia, publicou uma declaração na página do Facebook da paróquia oferecendo um acolhimento caloroso às pessoas homossexuais na comunidade, afirmando que não havia lugar para o preconceito ou a exclusão.

 

Father Paul Morton.jpg

No post ele afirmou: «Temos de fazer tudo o que pudermos para corrigir o mal que foi feito, no passado, pela posição negativa que parece que tomámos.»

 

«Na casa do Senhor todos são bem-vindos e são os filhos e filhas abençoados e amados de Deus. Não deveria haver lugar na nossa linguagem ou na nossa atitude que permitisse o preconceito e a exclusão.»

 

«É nosso dever juntarmo-nos a outros que procuram construir uma sociedade mais inclusiva.»

 

O Pe. Morton afirma que foi motivado a fazer esta declaração numa tentativa de reassegurar aos católicos homossexuais que são bem-vindos e aceites em todos os serviços na igreja, sem exceção.

 

«Na realidade, não pretendi que a declaração tivesse a ampla distribuição que teve, pois era somente destinada à comunidade paroquial e às pessoas que nos seguem no Facebook», afirmou.

 

«Porém, estou contente que tenha tido uma ampla cobertura e encontrou, obviamente, ressonância junto de tantas pessoas.»

 

«Tentei exprimir a crença fundamental de que Deus nunca comete erros quando cria as pessoas. Ele ama todos.»

 

«Deus dá a todas as pessoas, quem quer que sejam, a capacidade de amar. Esta não é dada a uns e não a outros.»

 

saint_brides_mar_2014_002.JPG

Definindo as suas próprias esperanças para o futuro, afirmou: «A igreja deve percorrer passos positivos para se tornar inclusiva. Isso pode passar por fazer uma declaração pública de acolhimento às pessoas homossexuais ou pode significar o desenvolvimento do ministério para as pessoas homossexuais na igreja.»

 

Deixamos agora aqui, na íntegra, o post do Pe. Morton:

 

Frequentemente as pessoas na Igreja Católica que são homossexuais sentem-se excluídas. Gostaríamos de reafirmar veementemente que somos uma paróquia acolhedora e inclusiva.

 

O Pe. Morton quer repetir, mais uma vez, que todos os católicos homossexuais são aceites e bem-vindos nesta paróquia.

 

Cada pessoa é amada por Deus e criada para o amor por Ele. Esta é uma crença fundamental da nossa fé. Nunca ninguém se encontra excluído do amor de Deus ou da sua preocupação ou do seu cuidado ou do seu plano para eles.

 

Na casa do Senhor todos são bem-vindos e são os filhos e filhas abençoados e amados de Deus. Não deveria haver lugar na nossa linguagem ou na nossa atitude que permitisse o preconceito e a exclusão.

 

Qualquer pessoa que seja homossexual e que queira partilhar ou discutir esse assunto com o Pe. Morton, por favor, sinta-se à vontade para vir à residência paroquial. Da mesma forma, qualquer membro da família que queira discutir ou partilhar este assunto, por favor, venha também.

 

Temos de fazer tudo o que está ao nosso alcance para corrigir o mal que, no passado, foi feito pela posição negativa que parece que tomámos. É nosso dever juntarmo-nos a outros que procuram construir uma sociedade mais inclusiva.