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Associação RUMOS NOVOS - Católicas e Católicos LGBTQ (Portugal)

Somos católic@s LGBTQ que sentiram a necessidade de juntos fazerem comunhão, partilhando o trabalho e as reflexões das Sagradas Escrituras, caminhando em comunidade à descoberta de Deus revelado a tod@s por Jesus Cristo.

30 de Novembro, 2008

Teologia e Espiritualidade do Advento

Rumos Novos - Católicas e Católicos LGBT (Portugal)

Para os cristãos, este termo indica a vinda do Messias, longamente esperado, concretizada na Encarnação de Jesus Cristo. Contudo, o Advento de Jesus apenas se realizará, totalmente, com a sua vinda gloriosa e final, nos fins dos tempos, o qual a Igreja peregrinante espera, vigilante e jubilosamente. De resto, a palavra “advento” deriva do latim “ adventus”, vinda.

 
O Mistério da Encarnação do próprio Filho de Deus, que se fez Homem tal como nós, não deixa de provocar emoção e júbilo nos cristãos de todos os tempos. De facto, só à luz da Sua morte e Ressurreição, a Sua encarnação ganha pleno sentido. Toda a Sua vida é redentora. Com o seu nascimento, teve início a nossa salvação. Este mistério sempre fez suscitar a necessidade dum tempo de preparação e aprofundamento do nascimento de Jesus e da Parusia (vinda gloriosa, no fim dos tempos).
 
À luz da liturgia da Igreja podemos resumir algumas linhas do pensamento teológico e da vivência existencial deste tempo de graça.
 
 
 
1. Advento, tempo de Cristo: a dupla vinda
 
A teologia litúrgica do Advento orienta-se em duas perspectivas: a espera da Parusia, revivida com os textos messiânicos escatológicos do Antigo Testamento, e a perspectiva do Natal, que renova a memória de algumas destas promessas, já cumpridas, ainda que não definitivamente.
 
O tema da espera é vivido na Igreja com a mesma oração que ressoava na assembleia cristã primitiva: o Marana-tha (Vem Senhor) ou Maran-athá (o Senhor vem) dos textos de Paulo (1 Cor 16,22) e do Apocalipse (Ap 22,20), que se encontra também na Didaché e, hoje, numa das aclamações da oração eucarística. Todo o Advento ressoa como um "Marana-thá" nas diferentes modulações que esta oração adquire nas preces da Igreja.
 
A palavra do Antigo Testamento convida a repetir na vida a espera dos justos que aguardavam o Messias; a certeza da vinda de Cristo na carne estimula a renovar a espera da última aparição gloriosa na qual as promessas messiânicas terão total cumprimento, já que até hoje se cumpriram só parcialmente. O primeiro prefácio de Advento canta
esplendidamente esta complexa, mas verdadeira, realidade da vida cristã.
 
O tema da espera do Messias e a comemoração da preparação para este acontecimento salvífico atinge o auge nos dias que precedem o Natal. A Igreja sente-se submersa na leitura profética dos oráculos messiânicos. Lembra-se de nossos Pais na Fé, escuta Isaías, recorda o pequeno núcleo dos “anawim” de Yahvé que está ali para esperá-lo: Zacarias, Isabel, João, José, Maria.
 
O Advento é, pois, uma intensa e concreta celebração da longa espera na história da salvação, com o descobrimento do mistério de Cristo ao longo de toda a Escritura. Esta celebração sugere a leitura da nossa história como uma presença e uma espera de Cristo que vem. O Advento é uma redescoberta da centralidade de Cristo na História da
Salvação. Através dos seus títulos messiânicos (Messias, Libertador, Salvador, Esperado das nações, Anunciado pelos profetas) ele é visto como a personagem central, a chave do arco de uma história, da história da salvação.
 
 
 
2. Advento tempo por excelência de Maria, a Virgem da espera
 
O Advento é, por excelência, o tempo mariano do ano litúrgico. Paulo VI expressa isso com toda a autoridade na “Marialis Cultus” (3-4). Historicamente a memória de Maria na liturgia surgiu com a leitura do Evangelho da Anunciação antes do Natal naquele que, com razão, foi chamado o domingo mariano prenatalício.
 
Hoje o Advento recupera plenamente este sentido com uma série de elementos marianos da liturgia, que podemos sintetizar da seguinte maneira:
·         Desde os primeiros dias do Advento há elementos que recordam a espera e a acolhida do mistério de Cristo por parte da Virgem de Nazaré.
·         A solenidade da Imaculada Conceição celebra-se como "preparação radical à vinda do Salvador e feliz principio da Igreja sem mancha nem ruga” (Marialis Cultus 3).
·         Dos dias 17 a 24, o protagonismo litúrgico da Virgem é muito característico nas leituras bíblicas, no terceiro prefácio de Advento, que recorda a espera da Mãe, em algumas orações, como a do dia 20 de Dezembro que nos traz um antigo texto do Rótulo de Ravena, ou na oração sobre as oferendas do IV domingo, que é uma epiclese significativa que une o mistério eucarístico com o mistério de Natal num paralelismo entre Maria e a Igreja na obra do único Espírito.
 
Numa formosa síntese de títulos, I. Calabuig apresenta assim a figura da Virgem do Advento:
·         é a "Cheia de graça", a "bendita entre as mulheres", a "Virgem", a "Esposa de Jesus", a "serva do Senhor";
·         é a mulher nova, a nova Eva que restabelece e recapitula no desígnio de Deus pela obediência da fé o mistério da salvação;
·         é a Filha de Sião, a que representa o Antigo e o Novo Israel;
·         é a Virgem do “fiat”, a Virgem fecunda, a Virgem que escuta e acolhe.
 
Na sua exemplaridade para a Igreja, Maria é plenamente a Virgem do Advento na dupla dimensão que a liturgia tem sempre na sua memória: presença e exemplaridade. Presença litúrgica na palavra e na oração, para uma memória grata dAquela que transformou a espera em presença, a promessa em dom. Memória de exemplaridade para uma Igreja que quer viver como Maria a nova presença de Cristo, com o Advento e o Natal no
mundo de hoje.
 
Na feliz subordinação de Maria a Cristo e na necessária união com o mistério da Igreja, Advento é o tempo da Filha de Sião, Virgem da espera que no "fiat" antecipa o Marana-thá da Esposa; como Mãe do Verbo Encarnado, humanidade cúmplice de Deus, tornou possível o seu ingresso definitivo, no mundo e na história do homem.
 
 
 
3. Advento, tempo da Igreja missionária e peregrina
 
A liturgia, com o seu realismo e os seus conteúdos, põe a Igreja num tempo de características e expressões espirituais: a espera, a esperança, a oração pela salvação universal.
 
Preparando-nos para a festa de Natal, pensamos nos justos do AT que esperaram a primeira vinda do Messias. Lemos os oráculos dos seus profetas, cantamos seus salmos e recitamos suas orações. Mas não fazemos isto pondo-nos em seu lugar como se o Messias ainda não tivesse vindo, mas para apreciar melhor o dom da salvação que nos trouxe. O Advento para nós é um tempo real. Podemos recitar com toda verdade a oração dos justos do AT e esperar o cumprimento das profecias porque estas ainda não se realizaram plenamente; cumprir-se-ão com a segunda vinda do Senhor.
 
Devemos esperar e preparar esta última vinda. No realismo do Advento podemos recolher algumas actualizações para a oração litúrgica e participação da comunidade:
·         A Igreja ora por um Advento pleno e definitivo, por uma vinda de Cristo para todos os povos da terra que ainda não conheceram o Messias ou não reconhecem ainda o único Salvador.
·         A Igreja recupera no Advento a sua missão de anúncio do Messias a todas as gentes e a consciência de ser "reserva de esperança" para toda a humanidade, com a afirmação de que a salvação definitiva do mundo deve vir de Cristo com a sua definitiva presença escatológica.
·         Num mundo marcado por guerras e contrastes, as experiências do povo de Israel e as esperas messiânicas, as imagens utópicas da paz e da concórdia, tornam-se reais na história da Igreja de hoje que possui a actual "profecia" do Messias Libertador.
·         Na renovada consciência de que Deus não desdiz as suas promessas – confirma-o o Natal! – a Igreja através do Advento renova a sua missão escatológica para o mundo, exercita a sua esperança, projecta todos os homens um futuro messiânico do qual o Natal é primícia e confirmação preciosa.
 
À luz do mistério de Maria, a Virgem do Advento, a Igreja vive neste tempo litúrgico a experiência de ser agora "como uma Maria histórica" que possui e dá aos homens a presença e a graça do Salvador.
 
A espiritualidade do Advento resulta assim uma espiritualidade comprometida, um esforço feito pela comunidade para recuperar a consciência de ser Igreja para o mundo, reserva de esperança e de gozo. Mais ainda, de ser Igreja para Cristo, Esposa vigilante na oração e exultante no louvor do Senhor que vem.
17 de Novembro, 2008

ENCONTRO MENSAL DE 15 DE NOVEMBRO

Rumos Novos - Católicas e Católicos LGBT (Portugal)

 

Foi um bonito momento de generosa partilha, aquele que todos vivemos no nosso último encontro.
 
Dizia, de uma forma belíssima, o irmão Daniel que, particularmente nos momentos de oração, se tinha sentido fortemente a presença do Espírito Santo, o que certamente é partilhado por nós todos.
 
Foi impressionante a alegria na recepção e encontro dos novos irmãos que se juntaram à comunidade; a alegria no reencontro entre todos os demais que já participam nos trabalhos da comunidade e as lágrimas de despedida, que ficaram na memória de todos, por parte do irmão Eduardo, que pela última vez esteve, em presença, connosco.
 
O nosso coração encheu-se também de alegria e de sentimento de graça, com o contínuo crescimento da comunidade. Conseguimos já ter 12 irmãos connosco e, se estivéssemos todos, teríamos sido 15. Esperamos, com a graça do Senhor, continuar a crescer e que cada um de nós possa continuar a trazer mais irmãos.
 
Todos rejubilámos também com o precioso contributo dos novos irmãos. Com o seu profundo conhecimento e a partilha que com todos fizeram sobre os Actos dos Apóstolos. Bem ajam!
 

Alegrámo-nos ainda com a partilha do Nuno e do Luís e do António, sobre a presença futura de um sacerdote nos encontros e sobre a Missa da comunidade. Sendo que sobre este último ponto já poderemos ter novidades no encontro de Dezembro.

 

A comunidade é constituída por muitos carismas e é belo ver como todos os estamos a colocar ao seu serviço: a generosa oferta do Daniel para animar o momento de oração do próximo encontro; do António em secretariar o próximo encontro; do Agostinho em continuar a efectuar a recolha de imprensa sobre temas religiosos/ homossexualidade (o excelente trabalho de recolha que ele já efectuou para este encontro, está a ser digitalizado para depois ser partilha aqui por e-mail e ser disponibilizado para todos no nosso website); do Nuno em continuar a trabalhar para encontrar um sacerdote disponível a estar presente nos Encontros; do António/ Luís em reunir-se com um sacerdote para podermos ter, brevemente, a Missa da comunidade; do Emílio e do Nuno, no contributo futuro sobre S. Paulo; todos os irmãos que escrevem para o Ecos; todos os irmãos que generosamente se oferecem para as leituras, nos encontros.
 

A comunidade cresce em amor e «em comunidade», e os Actos dos Apóstolos poderão mostrar-nos e dar-nos pistas para essa caminhada e crescimento em comunidade.

 

Que o Senhor nos ajude nesta nossa árdua tarefa e difícil caminho.

 

14 de Novembro, 2008

33.º DOMINGO DO TEMPO COMUM (16 de Movembro)

Rumos Novos - Católicas e Católicos LGBT (Portugal)

A liturgia do 33º Domingo do Tempo Comum recorda a cada cristão a grave responsabilidade de ser, no tempo histórico em que vivemos, testemunha consciente, activa e comprometida desse projecto de salva-ção/libertação que Deus Pai tem para os homens.

O Evangelho apresenta-nos dois exemplos opostos de como esperar e preparar a última vinda de Jesus. Louva o discípulo que se empenha em fazer frutificar os "bens" que Deus lhe confia; e condena o discípulo que se instala no medo e na apatia e não põe a render os "bens" que Deus lhe entrega (dessa forma, ele está a desperdiçar os dons de Deus e a privar os irmãos, a Igreja e o mundo dos frutos a que têm direito).

Na segunda leitura, Paulo deixa claro que o importante não é saber quando virá o Senhor pela segunda vez; mas é estar atento e vigilante, vivendo de acordo com os ensinamentos de Jesus, testemunhando os seus projectos, empenhando-se activamente na construção do Reino.

A primeira leitura apresenta, na figura da mulher virtuosa, alguns dos valores que asseguram a felicidade, o êxito, a realização. O "sábio" autor do texto propõe, sobretudo, os valores do trabalho, do compromisso, da generosidade, do "temor de Deus". Não são só valores da mulher virtuosa: são valores de que deve revestir-se o discípulo que quer viver na fidelidade aos projectos de Deus e corresponder à missão que Deus lhe confiou.


LEITURA II - 1 Tes 5,1-6
Irmãos:
Sobre o tempo e a ocasião, não precisais que vos escreva,
pois vós próprios sabeis perfeitamente
que o dia do Senhor vem como um ladrão nocturno.
E quando disserem: «Paz e segurança»,
é então que subitamente cairá sobre eles a ruína,
como as dores da mulher que está para ser mãe,
e não poderão escapar.
Mas vós, irmãos, não andeis nas trevas,
de modo que esse dia vos surpreenda como um ladrão,
porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia:
nós não somos da noite nem das trevas.
Por isso, não durmamos como os outros,
mas permaneçamos vigilantes e sóbrios.


A primeira questão que o nosso texto põe é a da eventual data do "dia do Senhor". Paulo tem alguma indica-ção concreta acerca disso? É possível prever uma data? Não. Paulo está convicto de que esse acontecimento se dará proximamente; no entanto, a data exacta continua desconhecida e imprevista.

Por isso, os crentes devem estar atentos para não serem surpreendidos. Para descrever a "surpresa de Deus", Paulo utiliza duas imagens bem significativas: Deus surpreende-nos como um ladrão que chega de noite, quando ninguém está à espera (vers. 2); e Deus é como as dores de parto que surgem de repente (vers. 3). Em consequência, a vida cristã deve estar marcada por uma atitude de preparação e de vigilância.

Para além da questão da data, o que é importante é que os cristãos vivam de forma coerente com a opção que fizeram no dia do seu Baptismo. Os crentes têm de viver de maneira diferente dos não crentes, pois os horizontes de uns e de outros são diferentes... Os não crentes vivem mergulhados na noite e nas trevas, estão adormecidos, atordoam-se com a bebida; vivem no presente, absolutamente despreocupados em relação ao futuro, de olhos postos no horizonte terreno. Os crentes são filhos da luz e do dia, estão vigilantes, mantêm-se sóbrios; vivem de olhos postos no futuro, à espera que chegue a vida verdadeira, plena, definitiva que Deus lhes vai oferecer.

Na verdade, a vida dos crentes é mais bela e significativa, porque está cheia de esperança. No entanto, é preciso dar corpo à esperança esperando, fiéis e vigilantes a chegada do Senhor. A questão fundamental que os cristãos devem pôr, a propósito da segunda vinda do Senhor, não é a questão da data, mas é a questão de como esperar e preparar esse momento. Paulo deixa claro que o que é preciso é estar vigilante. "Estar vigilante" não significa ficar a olhar para o céu à espera do Senhor, esquecendo e negligenciando as questões do mundo e os problemas dos homens; mas significa viver, no dia-a-dia, de acordo com os ensinamentos de Jesus, empenhando-se na transformação do mundo e na construção do Reino.

A certeza da segunda vinda do Senhor dá aos crentes uma perspectiva diferente da vida, do seu sentido e da sua finalidade... Para os não crentes, a vida encerra-se dentro dos limites estreitos deste mundo e, por isso, só interessam os valores deste mundo; para os crentes, a verdadeira vida, a vida em plenitude, está para além dos horizontes da história e, por isso, é preciso viver de acordo com os valores eternos, os valores de Deus. Assim, na perspectiva dos crentes, não são os valores efémeros, os valores deste mundo (o dinheiro, o poder, os êxitos humanos) que devem constituir a prioridade e que devem dominar a existência, mas sim os valores de Deus. Quais são os valores que eu considero prioritários e que condicionam as minhas opções?

A certeza da segunda vinda do Senhor aponta também no sentido da esperança. Os cristãos esperam, em serena expectativa, a salvação que já receberam antecipadamente com a morte de Cristo, mas que irá consumar-se no "dia do Senhor". Os crentes são, pois, homens e mulheres de esperança, abertos ao futuro - um futuro a conquistar, já nesta terra, com fé e com amor, mas sobretudo um futuro a esperar, como dom de Deus.
08 de Novembro, 2008

Apresentação da Comunidade

Rumos Novos - Católicas e Católicos LGBT (Portugal)

«Rumos Novos» é constituído por um grupo de homossexuais católicos que encoraja a animação da fé com homossexuais e suas famílias e que, acompanhado por um número cada vez maior de homossexuais católicos de todas as idades, está a lançar um novo olhar à Igreja Católica, reclamando a sua pertença ao Corpo de Cristo e à Sua Igreja, descobrindo e  trabalhando empenhadamente para um novo espírito de abertura ao nível dessa mesma Igreja.

 

A todos vós homossexuais católicos, RUMOS NOVOS deixa também uma palavra de alento, para que sejais uma luz na escuridão do mundo e quando a Igreja vive na escuridão do mundo, vós sois uma luz na escuridão da Igreja - um pouco de sal na sopa da Igreja.

 

Às pessoas homossexuais católicas ou cristãs que se aproximam deste nosso blog, podemos dar-lhes um testemunho de fé, no meio de uma realidade social e eclesial que nem sempre é compreensiva para com a nossa experiência. Acreditamos que o conhecimento e a abertura de mentes e corações, nos ajude a estabelecer um diálogo construtivo e a sermos testemunhos do Evangelho da felicidade, no meio de tantos que são vítimas da marginalização, na nossa sociedade.

 

Aos elementos dos grupos e associações de homossexuais, oferecemos uma visão integradora da mensagem cristã, na sua realidade LGTB. Esperamos poder ser um instrumento útil, que ajude a limar desencontros e suspeições entre a mensagem libertadora do Evangelho e a nossa própria vivência

 

A todos oferecemos um lugar de encontro: os nossos encontros mensais; um website; um fórum de discussão; investigação; diálogo; anúncio e também de denúncia. No nosso website encontrarão documentos, reflexões, vivências, actividades, notícias, que nos dão a todos um lugar de encontro e de tolerância.

 

Por detrás do nosso website e deste nosso blog encontram-se pessoas concretas; com uma história de amor e também de sofrimento; de esperança e desapontamento; de militância homossexual católica e cristã. São rostos concretos, histórias importantes. Corações generosos e vontade intrépida para construir um mundo melhor, onde seja autêntico o respeito pela dignidade das pessoas, independentemente da sua realidade pessoal.

 

Que Deus Pai, Filho e Espírito Santo, nos abençoe, nos dê a energia para todos, membros da Igreja de Cristo, realizarmos o trabalho que nos foi por Ele pedido, pois todos somos convidados a participar dessa Igreja já que Jesus nunca excluiu ninguém!

 

 

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